Destaques do Manual de Sustentabilidade Condominial - Iluminação


O SECOVI-SP acaba de publicar o Manual de Sustentabilidade Condominial, capitulo Iluminação. São 40 páginas com muita informação e sugestões para incrementar a eficiencia das edificações, com foco direcionado aos condominios residenciais e unidades habitacionais.

Separamos abaixo trechos que mencionam a importancia de fazer uso de algumas tecnologias básicas de automação e controle. No final do artigo está o link para baixar o manual completo

INTRODUÇÃO

Diversas ações são capazes de diminuir o consumo e, consequentemente, as despesas condominiais, mas igualmente importante é garantir o conforto e os benefícios proporcionados pelos sistemas instalados.

Melhorar a eficiência no uso da energia elétrica destinada aos sistemas de iluminação e combater os desperdícios são medidas necessárias. Para isso, é preciso sensibilizar os condôminos, substituir alguns equipamentos, definir rotinas e instalar dispositivos de controle. Essas são algumas das ações práticas para o uso eficiente da energia.

ALGUMAS SUGESTÕES DO RELATÓRIO

DIMERIZAÇÃO – A instalação de dimmers, que são dispositivos que controlam a intensidade de luz emitida pelas lâmpadas, permitindo o ajuste da luminosidade dos ambientes e, possivelmente, economizando energia elétrica. É preciso haver compatibilidade entre o dimmer e a lâmpada.

SETORIZAÇÃO DE CIRCUITOS - Separação dos circuitos de forma a permitir o
acionamento de pontos de luz independentes, possibilitando usos parciais dos espaços
e aplicação de sensores. A setorização também viabiliza a configuração de diferentes
cenários aos ambientes.

SENSORES DE LUZ NATURAL – A instalação de sensores que funcionam por meio de
fotocélulas, as quais, na presença de iluminação natural suficiente, desligam os circuitos
em que a iluminação artificial não se faz necessária. Indicados para grandes áreas com
aberturas para o exterior e, também, para a iluminação de áreas externas.

PROGRAMAÇÃO HORÁRIA – Planejamento do acionamento e do desligamento
da iluminação de cada uma das áreas comuns externas e internas, de acordo com a
sua rotina de ocupação e com a época do ano. Essa programação pode ser obtida pela
implementação de sistemas de automação.

ADEQUAÇÃO ÀS NECESSIDADES VISUAIS – Desligamento ou acendimento
parcial de ambientes com iluminação excessiva ou desnecessária. Observar que alguns
ambientes devem atender normativas relacionadas à salubridade e à prevenção de riscos
de acidente, devendo nesses locais serem mantidos os níveis mínimos de iluminância
requeridos e evitadas as zonas de sombra.

APROVEITAMENTO DA ILUMINAÇÃO NATURAL – Aproveitamento da
iluminação natural sempre que possível, evitando manter acesas as lâmpadas dos ambientes
com disponibilidade de luz do dia ou adotando acionamento parcial, nos casos em que há
divisão de circuitos disponível.

Para baixar o manual completo, clique aqui  (download gratuito)

Telemetria: o primeiro passo para a Eficiência Energética

Artigo de nosso Diretor de Projetos, Eng. Fernando Santesso
Publicado na revista Lumiere Electric 239




Se você não pode medir, então você não poderá gerenciar.” Erroneamente atribuída ao Dr. William Edwards Deming, um dos pais da área da qualidade, essa frase já foi usada muitas vezes em diversos contextos onde a gestão é essencial. Seja na área comercial, produção,manutenção, administrativo e outros, ter em mãos dados de desempenho e comportamento leva ao conhecimento mais profundo e à possibilidade de ações que aperfeiçoem técnicas e processos para se obter uma maior eficiência.

A eficiência energética em edificações certamente não foge a esse tema e à necessidade de se  conhecer o comportamento e desempenho energético do edifício. Nessa conjuntura, a telemetria tem se mostrado uma ferramenta fundamental no âmbito da gestão para redução de custos e eficiência energética. A aplicação dessa ferramenta tem se tornado cada vez mais comum dentro de Sistemas de Gerenciamento Predial (BMS), sendo um grande aliado dos sistemas de Automação e Controle para aperfeiçoar aperformance energética do edifício.

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Segurança de dentro para fora

Autor: George Wootton, diretor tecnico da AURESIDE
Artigo publicado na revista Audio & Video Design, edição 154 

A segurança cibernética de uma casa inteligente depende mais de boa informação e hábitos corretos que da própria tecnologia

A cada dia, surgem novos eletrodomésticos e gadgets que podem dar um “upgrade” em nossas casas, tornando-as mais “inteligentes”. É certo que, no Brasil, a compra desses dispositivos é um pouco mais complicada, sendo necessário recorrer a fornecedores não exatamente “autorizados” ou aproveitar viagens e trazer de fora. O resultado é que a febre de ter esses equipamentos inteligentes ainda não pegou. Mas um número crescente de consumidores sempre acha um jeito de ter esses brinquedos em casa. Alguns são bem conhecidos, como o Amazon Echo (também conhecido como Alexa). Mas sites de vendas online estão trazendo ao mercado brasileiro produtos “conectados” de marcas desconhecidas, vindos diretamente da Ásia e a preços muito convidativos. A oferta é grande, mas praticamente nenhum deles oferece um suporte adequado ou orientações para que o cliente consiga fazer uma instalação confiável e segura.

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